sexta-feira, 26 de março de 2010

Primeiros Erros

by Capital Inicial

Meu caminho é cada manhã
Não procure saber onde estou
Meu destino não é de ninguém
E eu não deixo os meus passos no chão
Se você não entende não vê
Se não me vê não entende
Não procure saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende
Se o meu corpo virasse sol
Se a minha mente virasse sol
Mas só chove, chove
Chove, chove
Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar de chover
Nos primeiros erros
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol
Mas só chove, chove
Chove, chove (2x)
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria
Mas só chove, chove
Chove, chove
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol
Mas só chove, chove
Chove, chove

sábado, 21 de novembro de 2009

Eu e o ...

Na minha cabeça passa um filme.

O roteiro é uma mistura de passado e possível futuro.

O tumultuado presente não me deixa raciocinar. Já não sei mais o que quero.

As fotos do passado mostram um intenso brilho no olhar. Absolutamente tudo era possível.

Hoje tudo parece tão apagado, desajeitado e sem graça.

O que eu imaginava não existe, é só fruto da minha mente sonhadora.

Difícil de acreditar em palavras quando atos não correspondem ao que foi dito. Me sinto tola por acreditar em você.

Não sabe de nada, nem nunca saberá.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Bater em criança é covardia


A palmada chega a ser um reflexo condicionado na família. Freqüentemente é a ponta de um terrível iceberg, que inclui tapas, beliscões, queimaduras por cigarro, óleo, ferro quente, arrancamento de couro cabeludo, fraturas, morte. A criança é um ser ávido de aprender e para isso busca os objetos que, para ela, não têm valor financeiro, mas são essenciais a seu aprendizado. Mas não se tolera que pegue os objetos ou que esbarre numa prateleira de supermercado ou que fique estressada pelo excesso de estímulos nos shoppings. Em vez de retirar a criança da cena do ‘crime’, bate-se nela. Bate-se por não se aceitar que ela tenha outro compasso e que não é um adulto em miniatura.

Há um projeto de lei que criminaliza a agressão à criança, aprovado na Comissão de Justiça da Câmara dos Deputados, onde empacou por influência de líderes ‘religiosos’, sob o pretexto de que ‘tiraria a autoridade dos pais’. Já vimos que é uma falácia. A OAB-SP declarou em programa de TV que os segmentos mais resistentes em cumprir o Estatuto da Criança e do Adolescente são os da língua do P: Pais, Professores, Pastores e Policiais. Aos seres “de menor” se atribui todo o mal existente no mundo que – na prática – é regido por adultos. Adultos desnorteados com a perda de referências, com o desemprego, as aflições, o terrorismo, o medo - e que descontam seu mal-estar na criança.

A criança é uma pessoa e como tal tem direito à vida e à integridade. Ela confia cegamente no adulto, e, no entanto pais e até cuidadores exorbitam de suas funções e a agridem física e moralmente. Sempre me perguntei: por que se bate numa criança? Acabei encontrando uma das respostas: a palmada erotiza; bater engolfa o agente em volúpia que se torna incontrolável. Mas a melhor explicação é a de Ezio Flavio Bazzo, professor de psicologia da Unb: "A prova mais evidente de que a vida não passa de um ciclo ordinário está no fato de vermos nos nossos filhos tudo aquilo que passamos a vida inteira combatendo em nós". Ou seja, não podendo com nosso próprio descalabro, batemos no filho que nos espelha!

19 de Novembro - Dia Mundial Pela Prevenção da Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes
20 de Novembro - Convenção sobre os direitos da criança (Adotada em Assembléia Geral das Nações Unidas em 20 de novembro de 1989)
20 de Novembro - Declaração Universal dos Direitos da Criança (Declaração aprovada, por unanimidade, pela Assembléia Geral das Nações Unidas - ONU em 20 de novembro de 1959)


Texto retirado do blog olho-do-tempo.blogspot.com

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

...

Uninvited by alanis Morissette

Like anyone would be
I am flattered by your fascination with me
Like any hot-blooded woman
I have simply wanted an object to crave

But you
You're not allowed
You're uninvited
An unfortunate slight

Must be strangely exciting
To watch the stoic squirm
Must be somewhat hard-telling

To watch shepherd meet shepherd
But youYou're not allowed
You're uninvited
An unfortunate slight

Like any unchartered territory
I must seem greatly intriguing
You speak of my love
Like you have experienced love like mine before

But this is not allowed
You're uninvited
An unfortunate slight

I don't think you unworthy
I need a moment to deliberate

Tradução:
Inacessível

Como qualquer uma estaria
Estou lisonjeada com sua fascinação por mim
Como qualquer mulher de sangue quente
Eu sempre quis um objeto para desejar

Mas você, você não é permitido
Você é inacessível
Um infeliz deslize
Deve ser estranhamente excitante

Assistir o inabalável sofrendo
Deve ser meio difícil dizer
Assistir o pastor precisar de ensinamento
Mas você, você não é permitido

Você é inacessível
Um infeliz deslize
Como um territorio não mapeado
Eu devo parecer muito intrigante

Você fala do meu amor como
Se já tivesse experimentado amor como o meu antes
Mas isso não é permitido
Você é inacessível

Um infeliz deslize

Não acho que você seja indigno
Preciso de um tempo para pensar.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O que sei há muito tempo

Extirpar (eis) - v. tr.1. Arrancar com raiz e tudo.2. Fig. Desarraigar.3. Extinguir de todo.4. Cirurg. Extrair

Refletir, meditar, tentar esquecer, fazer de conta que aceita, chorar, brigar, medicar, curar....nada disso mais funciona.

O mal deve ser arrancado, extirpado.

Todos merecem uma segunda chance, já me ofereci muitas, não adianta insistir.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Até um dia...

O destino coloca em nossas vidas pessoas maravilhosas; que surgem em momentos inesperados, às vezes no papel de coadjuvante e muitas vezes no papel de protagonista.

Sonhei com você muitas vezes, mas nunca te contei. Te fiz presente em momentos de alegrias e de tristezas.

Me diverti muito com suas piadas e seu jeito debochado.
Admirava o seu jeito de falar, sua simplicidade, sua coragem e principalmente a sua força em realizar os seus sonhos.

Quando soube da sua partida senti um aperto no coração. Te imaginei para sempre em nossas vidas, e agora você vai para tão longe.
Poxa, faltou tanta coisa. Sonhei com cenas que nunca aconteceriam e realmente nunca acontecerão.

Não te imagino naquele lugar árido e sério, mas espero que você seja muito feliz.

Sentiremos a sua falta.

Como foi bom sonhar.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Seguindo

O recolhimento se fez necessário. Falar, escrever, meditar: de nada adiantou.

É hora de agir. Palavras se fazem necessárias, mas estas machucam.

A realidade não muda. Aceite-a ou siga em frente.

Vale a pena lutar? É hora de encerrar a batalha?

Não queria desistir, mas as feridas doem demais.

Eu quero mais. Eu mereço mais.

Errei muito.